Os efeitos poderosos das cores é conhecida e estudada há milhares de anos por civilizações tão antigas como as do Egito, Índia, Grécia e China. Pensa-se que a Cromoterapia possa ter as suas raízes na Ayurveda, uma especialidade médica praticada na Índia há milhares de anos e que associava a cor aos “chakras” – os 7 pontos espirituais do corpo, localizados ao longo da coluna. Cada “chakra” corresponde a um órgão e cada órgão a uma cor. No caso de algum desequilíbrio ou doença, expor o “chakra” afectado à sua cor dominante seria o suficiente para devolver a saúde e bem-estar ao paciente.
1. Vermelho: Chakra da Raiz ou Básico: Rins, bexiga e espinal-medula.
2. Laranja: Chakra do Sacro ou Sexual: Órgãos sexuais, útero, ovários, próstata.
3. Amarelo: Chakra do Plexo Solar: Baço, fígado, estômago, vesícula biliar (sistema digestivo).
4. Verde: Chakra do Coração ou Cardíaco: Coração, pulmões, fígado e sistema circulatório.
5. Azul: Chakra da Garganta ou Laríngeo: Garganta e pulmões.
6. Índigo: Chakra do Terceiro Olho ou Frontal: Sistema nervoso autónomo/hipotálamo.
7. Violeta: Chakra da Coroa ou Coronal: Cérebro superior e olho direito.
Mas a Cromoterapia esteve ainda presente na vida de várias outras civilizações antigas: os egípcios eram conhecidos pelos seus templos de luz e cor, uma espécie de solário, cujas janelas continham vidros coloridos. Com a ajuda do sol, os pacientes eram banhados com diferentes cores. Na China, as aplicações terapêuticas da Cromoterapia associavam cada órgão do corpo humano a uma cor específica. Há relativamente pouco tempo, na Europa do século XIX, as vítimas de varíola e os seus quartos eram cobertos com panos vermelhos de forma a atrair a doença para fora do corpo.
Atualmente, o estudo das cores e das suas diferentes influências no ser humano continua a ser determinante: avalia-se quais as melhores cores para aplicar em ambientes de trabalho, de estudo ou de hospitais; e a publicidade baseia grande parte do seu trabalho na escolha das cores perfeitas para seduzir o seu público-alvo.
A Cromoterapia utiliza a cor e a luz para equilibrar as energias do corpo, sejam elas físicas, mentais, espirituais ou emocionais. A exposição à luz e às cores resultantes da mesma, transformam-se em frequências vibracionais ou energias que a visão e, conseqüentemente, o cérebro, interpretam de forma específica. A escolha das cores correctas pode devolver ao corpo, mente e espírito o seu equilíbrio natural – o que é, aliás, a base de toda a medicina alternativa – a concentração na saúde e não na doença.
Fonte: Bem Tratar

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